CAPA · QUANTO CUSTA

Site barato demais costuma ser caro depois: retrabalho, hospedagem frágil e zero resultado. Em 2025–2026, o preço justo depende do objetivo — presença, conversão ou operação — e do que está incluso (SEO local, WhatsApp, agendamento, painel). Abaixo, faixas reais de referência e perguntas que evitam surpresa na proposta.

Este é um guia de referência para pequenas empresas brasileiras — MEI, microempresa, clínica, salão, restaurante, oficina — que precisam decidir quanto investir sem cair em proposta genérica ou pacote que não converte. Preço de site não é commodity: duas propostas de R$ 800 podem entregar coisas completamente diferentes. O que importa é escopo, prazo, propriedade e resultado esperado.

Antes de comparar orçamentos, alinhe o investimento ao objetivo de negócio e ao custo de oportunidade. Se você perde dois clientes por semana porque o site não existe, é lento ou não tem WhatsApp claro, multiplique pelo ticket médio: esse número é o “orçamento real”, não o que sobrou no fim do mês. Em faixas de 2025–2026, presença enxuta (R$ 500–700) resolve existir no Google com contato fácil; conversão (cerca de R$ 1.000–1.500) adiciona motor de agenda e prova social para quem vive de horário; operação (R$ 1.200–2.000+) transforma o site em ferramenta — cardápio, pedido, painel. O preço justo é o que entrega escopo escrito, domínio no seu nome, prazo e caminho até o lead — não a menor linha na planilha. Peça sempre o que está fora do pacote: SEO local, revisões, hospedagem e manutenção costumam ser onde a surpresa aparece depois.

Quanto custa um site de presença básica?

Para ser encontrado com site profissional de 3–4 seções, Google Meu Negócio e botão de WhatsApp, faixas de R$ 500 a R$ 700 são comuns em entregas enxutas e rápidas (até 7 dias). Não espere e-commerce completo nessa faixa — espere credibilidade e contato fácil.

O pacote de presença inclui tipicamente: home com proposta de valor clara, página de serviços, sobre, contato com WhatsApp, design responsivo, SEO local básico (title, meta, sitemap), integração com Google Meu Negócio e SSL. É o mínimo para sair do “só Instagram” ou do site quebrado do sobrinho. Ideal para MEI, profissional liberal ou negócio local que precisa existir no Google.

O que NÃO está nessa faixa: agendamento online, painel administrativo, blog com CMS complexo, integrações com ERP, e-commerce com gateway de pagamento. Se alguém promete tudo isso por R$ 500, desconfie — ou vai receber template genérico, ou vai pagar adicional depois.

Quando vale investir em conversão (R$ 1.000–1.500)?

Se você vive de horário — barbearias, salões, clínicas, oficinas — agendamento online 24h, painel e lembretes reduzem falta e telefone ocupado. Essa faixa entrega o pacote de presença mais o motor de conversão. É onde o ROI aparece mais rápido para quem perde cliente por “agenda cheia no papel”.

Agendamento online elimina troca de mensagens para marcar horário. Cliente escolhe slot, recebe confirmação, você recebe notificação. Lembretes automáticos reduzem no-show — cada falta evitada paga parcela do site. Painel simples permite bloquear férias, ajustar serviços e ver agenda da semana pelo celular.

Calcule ROI: se cada atendimento vale R$ 60 e o agendamento online evita 4 faltas por mês, são R$ 240/mês recuperados. Em seis meses, R$ 1.440 — site se paga e continua gerando. Esse cálculo ignora novos clientes que chegam pelo Google e fecham direto pelo site, que são ganho extra.

O que muda na operação (R$ 1.200–2.000)?

Restaurantes e delivery precisam de cardápio digital, pedidos ou gestão simples pelo celular. O investimento sobe porque o site deixa de ser cartão de visitas e vira ferramenta de operação. Compare sempre o custo com o ticket médio de uma semana de pedidos perdidos.

Cardápio digital com QR code na mesa reduz fila de garçom e acelera rodízio. Pedidos online integrados ao WhatsApp ou painel simples evitam erro de anotação. Para delivery, site com cardápio + botão de pedido captura cliente que não quer instalar app de marketplace — e você não paga comissão de 15–30% por pedido.

Operação também inclui: gestão de estoque básico, controle de pedidos em tempo real, relatório simples de vendas. Não confunda com ERP completo — é camada digital mínima para parar de perder pedido no papel ou no direct lotado.

O que encarece um site além do esperado?

Integrações customizadas (CRM, ERP, gateway específico), design 100% exclusivo com múltiplas rodadas, copywriting profissional extenso, fotos de estúdio, e-commerce com dezenas de SKUs, área de membros, multi-idioma — cada item soma. Pequeno negócio raramente precisa disso no lançamento. Comece enxuto, meça, escale.

Manutenção mensal também varia: R$ 50–150/mês para hospedagem + atualizações básicas é razoável. R$ 500+/mês sem entregar leads ou relatórios é retainer disfarçado. Pergunte o que está incluso: horas de alteração, backup, suporte, relatório de acessos.

Pegadinhas de contrato que custam caro

Fidelidade de 12 meses sem cláusula de performance. Domínio registrado no CPF do fornecedor. Conteúdo e imagens sem licença clara. Hospedagem compartilhada que cai todo mês. “Revisões ilimitadas” que na prática têm limite de horas escondido. Site feito em plataforma fechada — se sair, perde tudo.

Antes de assinar, exija: lista do que está incluso, prazo de entrega, quantidade de revisões, quem é dono do domínio, quem hospeda, o que acontece se cancelar, e exemplo de site entregue parecido. Proposta de uma página, sem escopo, é receita para briga.

Quais perguntas fazer antes de assinar?

Quem hospeda? Posso atualizar sozinho? Quantas revisões? O que acontece depois do go-live? Há fidelidade na manutenção? Na ArrowLabs, orçamentos começam a partir de R$ 500 com escopo claro, prazo e o que está incluso. Transparência de preço evita surpresa; ROI claro evita arrependimento.

Perguntas adicionais que separam profissional de amador: o site terá sitemap e Search Console configurados? Imagens serão otimizadas para WebP? O layout funciona em iPhone e Android entry-level? Existe botão de WhatsApp com mensagem pré-preenchida? Posso ver analytics de acessos? Cada “sim” concreto vale mais que promessa de “SEO incluso” sem detalhe.

Como escolher a faixa certa para o seu negócio

Comece pelo objetivo, não pelo orçamento. Se precisa existir no Google e receber WhatsApp, presença básica resolve. Se perde cliente por falta de agendamento ou no-show, invista em conversão. Se perde pedido por cardápio desatualizado ou fila no telefone, invista em operação. Trocar de faixa depois é possível — começar errado custa tempo.

Compare o investimento com custo de oportunidade: quanto você perde por mês sem site ou com site que não funciona? Se a resposta é “alguns clientes”, multiplique pelo ticket médio. Esse número é seu orçamento real — não o que sobra no fim do mês.

A tabela de preços na home da ArrowLabs Projects detalha cada pacote com escopo e prazo. Para proposta personalizada, use a página de contato — respondemos com faixa clara antes de qualquer reunião.

Lembre-se: o site mais barato raramente é o mais econômico. Retrabalho, migração forçada e meses sem lead custam mais do que investir certo na primeira vez. Pequeno negócio não precisa de portal corporativo — precisa de presença que aparece, converte e pode crescer conforme o faturamento permite.

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